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12/12/2011

Doce de leite azedo ou será ambrosia sem ovos?


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Doce de leite azedo ou ambrosia sem ovos 1

              Minha avó Anaide era uma recicladora por excelência.
              Na década de 70, os pães eram embrulhados em papel próprio para isso e amarrados com barbantes (xiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!! Entreguei minha idade!!!!!!!!!!!).
              E não é que voinha guardava não só os barbantes, que ela ia amarrando um ao outro assim que chegavam, como também guardava os papéis? O barbante virava peças em crochê e os papeis, geralmente, iam para o armazém para que ela, meu avô e meus tios pudessem fazer rascunhos.
              Alias, fazíamos artesanatos com vários materiais reciclados.
              E na culinária não era diferente.
              Pães velhos não viravam apenas torradas, rabanadas ou farinha de rosca, não. Minha avó fazia doce de pão em calda. Ela simplesmente cortava o pão em pedaços, fazia uma calda de açúcar temperada com cravos da Índia e aferventava os pães nesta calda. Eu amava este doce.
              Quando o leite azedava, ela também colocava os cravos da Índia e açúcar e transformava em doce.
              Eu também gostava deste doce.
              E quando não tinha leite azedo o jeito era azedar o leite.
              Até hoje não sei se este doce tem nome, mas nós chamávamos de doce de leite azedo. Nada mais obvio.
              Só que, anos mais tarde, conheci uma receita que tem um visual parecido e que recebeu o nome de ambrosia sem ovos. Fica a sugestão.


Soborô do jantaro


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Salgadinhos

              No feriadão de 15 de novembro, quando meu mano Junior esteve aqui, nós fizemos o que sempre fazemos nestas ocasiões: exageramos na quantidade de alimentos.
             Bom, para ser bem honesta, não exageramos, não. Mas, como é comum nestas ocasiões, minha cunhada fez, no almoço, uma quantidade que desse para o jantar também.
             Mas, quem resiste à um lanche na praia ou à uma pizza fora da programação?
             Resultado: sobras que se transformam no famoso "soborô do jantaro".
             Pessoalmente, arroz e feijão eu gosto fresquíssimos, de preferência fumegantes e gosto de comê-los em canecas, porque o formato da caneca mantém a temperatura.
             Carnes e legumes eu até posso requentar.
             Mas soborô que se preze tem que ser reciclado.
             Então eu aproveitei as sobras para fazer salgadinhos porque, além de tudo, são um excelente quebra-galho quando não estamos a fim de cozinhar à noite, principalmente.


11/12/2011

Pão italiano para servir sopa


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Sopa no pão italiano 1
 
              Esta postagem é para mostrar como preparar um pão italiano para receber uma porção de sopa.
              O pão deve ser impermeabilizado.


07/12/2011

Lelê de canjiquinha


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Lelê de canjiquinha 1

              Meu irmão Junior veio me visitar no feriadão de 15 de novembro, junto com sua esposa e filha.
              Todos gostamos muito de cozinhar. Esse irmão, inclusive, fez curso de culinária no SENAC.
              Então, nada mais natural para nós, do que fazermos uma programação culinária que, na maioria das vezes, não é cumprida.
              Moramos em cidades diferentes atualmente e como eu já disse em varias oportunidades, metade da família é nordestina e metade é fluminense/carioca.
              Por isso, receitas  nordestinas são uma constante em nossa mesa e, também pelo mesmo motivo, na bagagem de meu irmão veio um pacote de canjiquinha e outro de tapioca, que não chegaram a ser abertos, rsrsrs.


05/12/2011

Árvore de natal de chocolate


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Árvore de natal de chocolate

              Este é um protótipo de minha árvore de natal de chocolate.
              Minha filha disse que está parecendo aquele chapéu esquisito do filme Harry Potter, aquele que escolhia os dormitórios dos novos alunos. Sniff!! Sniff!!  Sniff!!
              Mas, é só um protótipo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
              Eu nunca tinha feito uma árvore de chocolate!!!!!!!!!!!!!
              Bom, foi divertido. Mas quer saber?
              A próxima árvore virá da confeitaria mais próxima!!!!!!!!!!!!!


Panela de massa


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Panela de massa 1


              A primeira vez que vi uma travessa de massa cozida foi em um programa de tv.
              A Luzinete Veiga preparou um arroz de festa, creio que era fim-de-ano, e serviu em uma panela de massa, com a tampa decorada com uma flor e folhas da mesma massa.
             Achei belíssima a apresentação, mas achei um desperdício.
             Conhecendo minha família como conheço, tenho certeza de que ninguém comeria a panela depois que diversas mãos tivessem tocado nela. Ao final da refeição, a panela iria para o lixo.
             Mesmo assim, guardei a receita.
             Então, pensei cá com minhas panelas, por que não fazer potinhos individuais e servir uma porção de salpicão, salada ou mesmo de arroz de festa?
              E não é que a travessinha ficou linda?


Cuscuz de tapioca


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Cuscuz de tapioca 1

                Como metade da minha família é nordestina, mais precisamente o lado materno, cresci comendo ou pelo menos vendo muito cuscuz de tapioca e de leite, que é feito com flocos de milho.
                Digo vendo porque o cuscuz de leite não me apetecia muito, não.
                Tanto não me apetecia que só aprendi a fazer o cuscuz de leite depois que me casei e foi a minha sogra, que é paraense, quem me ensinou.
                Eu não gostava do cuscuz de leite porque eu não gostava de leite frio adoçado. Leite eu só tomava puro, gelado e sem açúcar ou com achocolatado. Portanto, a versão adoçado, gelado ou morno com o cuscuz de milho não me atraia.
                Hoje já até aprendi a fazer a versão do cuscuz de milho salgado e aprecio muito.
                Outros tipos de cuscuz eu só conheci há cerca depois que minha mãe foi morar em S Paulo.
                Esta versão de cuscuz de tapioca quem me ensinou foi minha tia Eneida, irmã de mainha e é a minha preferida.
                Já vi versões em que se coloca o leite para ferver e despeja-se sobre a tapioca colocada em um pirex, deixando-a hidratar, mas prefiro a técnica da minha tia Eneida.
                O risco de se formarem grumos é menor.