28 de dez de 2016

Antecoxa e coxa de peru à moda do Ermino



Coxa de peru à moda do Ermino 1

                Há alguns anos eu costumava comprar coxa e sobrecoxa de peru pelo menos 1 vez por mês. Uma marca famosa costumava oferecer o corte embalado unitariamente e só havia um supermercado que revendia o produto.
                Era o ideal para uma família pequena e para quem queria comer peru durante o ano.
                Creio que este supermercado ainda existe no Rio de Janeiro, mas já não sei se pertence aos mesmos donos e nem se ainda oferece este produto.
                Meu cunhado Ermino, há alguns natais, preparou uma ceia para poucas pessoas e resolveu porcionar o peru, já que haveria uma variedade grande de pratos e o desperdício está definitivamente fora de moda.
                Esta é a receita dele, ideal para famílias pequenas ou para quando temos muitos convidados, mas são poucos os que gostam da ave. Nem por isso vamos deixar de caprichar no preparo.


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21 de dez de 2016

Torta de pêssego com treliça



Torta de pêssego com treliça 1

                Depois de 2 tortas de pêssegos sem creme, senti uma certa saudade das tortas com creme.
                E já que... é sempre culpa do Jaque!!!!!
                E tinha massa podre congelada.
                Ai, não teve jeito!!!!!
                Para piorar a situação resolvi deixar a massa podre mais podre ainda: acrescentei mais manteiga e dei uma semi folhada na massa.
                Como diria aquele culinarista: "Perdição!!!!!!!!"



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14 de dez de 2016

Ponche do Auli Junior



Ponche do Auli Junior 1

                Esta é uma das receitas preparadas tradicionalmente nos finais de ano, em nossa casa.
                Meu irmão Auli Junior é quem sempre prepara.
                Na verdade faz algum tempo que nossas festas têm sido bem diferentes do normal.
                Mudanças de cidade e até de país, outros já não estão entre nós, muitos lutaram contra doenças graves, inclusive nesta época. Enfim, a vida se desenrolando.
                Mais algo este ano me inspirou a reviver algumas tradições.
                Meu irmão transformava até a preparação deste ponche em espetáculo, fazendo com que a tampinha do guaraná estourasse como a rolha de espumante!!!!
                Hoje a tampinha é de rosca, o que não permite tal brincadeira.
                Refresque o fim de ano com este suave ponche.



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8 de dez de 2016

Peito de peru defumado com molho de manga



Peito de peru defumado com molho de manga 1

                As ceias de fim de ano costumam ter uma grande variedade de pratos, desde os aperitivos até os pratos principais.
               Mesmo quando são poucos os convidados é difícil não exagerar na variedades de pratos, afinal a perspectiva é de varar a noite com um bom papo, boa música, boa companhia.
               Mas se é difícil controlar a variedade, podemos controlar a quantidade.
               Tá, você pode argumentar que no almoço "enterro dos ossos" as sobras serão requentadas com alegria.
               Bom, de qualquer forma, aqui está uma bela sugestão para quem quer diminuir as sobras das ceias ou para quem realmente vai passar em petit comité.
               Tempos atrás eu fiz um camarão na moranga com manga (receita aqui) e a receita agradou muito. Meu irmão, Auli Junior, prepara um peito de peru com creme de mandioquinha que nos faz suspirar. Então minha intenção era preparar um molho de mandioquinha com manga, por causa do sabor e da cor, amarela, que eu acho muito festiva.
               O problema é que a safra de mandioquinha é de março a julho e fora dos grandes centros não se encontra com facilidade e o sabor não é tão bom.
               Então optei por encorpar meu molho de manga com um pouquinho de purê de batata doce.
               Ficou tão especial, quanto com a madioquinha.
               Ficam as dicas!


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30 de nov de 2016

Compota de pêssego




                Compota de pêssegos é uma das mais deliciosas compotas de frutas.
                O sabor, a cor, a textura, a suavidade... tudo conspira a seu favor.
                E é tão simples de preparar que dá dó não ter pêssegos o ano inteiro.
                Como não?
                Prepare a compota conforme o passo a passo e você terá compotas para 1 ano de deleite.
                E com o benefício de usar as melhores frutas: a da estação correta.
                Frutos colhidos fora da estação não são tão saborosos, quanto os colhidos no tempo certo.
                Então aproveite a oferta e prepare as compotas.


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23 de nov de 2016

Croissant com massa folhada



Croissant com massa folhada 1

                Como falei na semana passada, um dos meus lanches preferidos em uma rede famosa era feito com um grande croissant de massa folhada, frango grelhado coberto com catupiry e legumes cozidos no vapor. Apesar do tamanho do croissant, a massa era bem fina o que deixava o sanduíche mais leve do que se fosse feito com outro tipo de massa.
               Quando aprendi a fazer massa folhada resolvi que faria um croissant daquele tamanho, mas os anos foram passando, fiz muitas coisas com massa folhada e nunca fiz o tal croissant.
               Até que semana passada fiz o croissant com a massa semi folhada, que é a massa tradicional, e ficou tão bom que quis fazer com massa folhada.
               E aqui está!


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16 de nov de 2016

Croissant recheado doce e salgado



Croissant doce e salgado 1

                O croissant é um pãozinho feito com massa semifolhada, em formato de meia lua e foi criado em Viena.
                Conta a lenda que esta especialidade foi inventada por volta de 1683 em Viena de Áustria, quando o Império Otomano tentava aumentar as suas possessões na Europa. Como não conseguiam entrar nas portas da cidade de Viena, o exército decidiu que, durante algumas noites iriam escavar um túnel até ao centro da cidade.
                Mas, não contavam com os padeiros de Viena, que permaneciam acordados durante a noite para que de manhã houvesse pão fresco em todas as mesas. Os padeiros ouviram barulho e deram o alarme, o que fez com que os turcos não tivessem êxito na sua tentativa de conquistar a cidade.
                Os padeiros não quiseram nenhuma recompensa a não ser o direito exclusivo a criar algo que comemorasse a vitória sobre o inimigo.
                Decidiram criar uns pãezinhos folhados em forma de meia-lua, símbolo representado na bandeira turca: assim, os vienenses tinham a oportunidade de, ao comer este pão, poderem destruir o símbolo dos inimigos.
                Só mais tarde, por volta de 1770 é que o croissant chegou à território francês, através de Maria Antonieta, austríaca de nascença e que se tornou Rainha de França.
                O segredo do croissant está na massa, que deve ser semifolhada. A massa semifolhada possui menos gorduras, menos dobras do que a massa folhada e leva fermento biológico. A massa folhada não leva fermento algum. Mas vou publicar a receita croissant com massa folhada na próxima semana. Também fica uma delícia.
                Hoje eu fiz croissant médios recheados com queijo branco e goiabada e um bem maior, para preparar sanduíches.
                Croissant com frango grelhado, queijo branco e fatias de tomate é uma ótima opção de lanche no final da tarde.



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9 de nov de 2016

Empadinha de amêndoas



Empadinha de amêndoas 1
           
              Essa empadinha fica tão sequinha que pode perfeitamente ser servida no lanche, acompanhando um cafezinho, um chá ou um suco.
               E se for feita apenas com as gemas ao invés dos ovos inteiros, no recheio, vira uma deliciosa sobremesa.


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1 de nov de 2016

Defumando peixes em casa



Defumando peixes em casa 1
                De vez em quando uma receita pede uma carne ou queijo ou peixe defumado.
                Na cidade onde moro não é tão fácil encontrar produtos tão específicos e eu sempre tenho receio de comprar produtos que não têm muita procura. Eles geralmente passaram da validade ou nem sempre são bem conservados.
                Já fiz uma postagem mostrando como defumar no fogão. A diferença entre aquela postagem e esta é que a salmoura usada tinha água e esta aqui só o sal grosso e o açúcar, junto com algumas folhinhas de laranjeira. Além disso, mostro com mais detalhes como fiz minha serragem.
                Esta postagem é para quem quer defumar pequenas porções, no fogão comum mesmo.
                Para defumar grandes porções e em quantidades para durar meses o ideal é investir em equipamentos maiores, nem por isso sofisticados, mas que exigem um grande espaço aberto ou pelo menos no exterior da casa.
                Com esta técnica é possível defumar usando formas ou bacias de alumínio ou mesmo panelas.
                No final mostro como preparei minha serragem para este peixe.
                E nesta postagem aqui você pode ver outras serragens que preparei, bem como a preparação do frango.
                E vamos ao processo.


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Gelo mais transparente



Gelo mais transparente 1
                Gelo transparente

                Um dos meus seriados favoritos retrata o cotidiano de um batalhão de bombeiros.
                Dentro da trama um grupo de 3 ou 4 bombeiros se uniu para administrar um bar onde todos se reúnem em seus momentos de folga.
                Em um determinado episódio, o sócio majoritário do bar foi convencido a contratar uma colega bombeira como gerente e a primeira ação dela foi tentar convencê-lo a fazer gelo transparente.
                Ela alegou que o gelo transparente era sucesso em todos os bares onde era servido, fidelizando o cliente.
                Depois de muita insistência, ela finalmente conseguiu convencê-lo com 2 argumentos imbatíveis: com o gelo transparente eles poderiam cobrar até 50 centavos a mais em cada dose de bebidas e nem precisariam comprar uma nova máquina de fazer gelo, já que ela tem um primo que poderia fazer as adaptações necessárias.
                Nem precisa dizer que a gambiarra que o primo fez provocou um incêndio sem maiores consequências já que a máquina em questão ficava em um anexo e os donos do bar são bombeiros, além do fato do incêndio ter ocorrido quando o bar estava fechado.
                Curiosamente 1 semana depois de assistir a este episódio, um leitor me escreveu perguntando como se faz gelo transparente.
                Eu já havia lido a respeito em um destes manuais do tipo Prof Pardal, então fui procurar o método.
                A boa notícia é que não é necessário nenhuma máquina especial (claro que só se a produção for doméstica) e ainda dá para brincar muito com modelos.


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26 de out de 2016

Torta de pêssegos do filme "Refém da paixão"



Torta de pêssegos Refém 1

                Como eu já disse quando escrevi sobre a torta de pêssegos do seriado "Eu, a patroa e as crianças", esta torta de pêssegos do filme "Refém da paixão" foi até fácil de achar, mas tive que buscar em sites americanos reportagens sobre os bastidores da produção.
                Felizmente a cena onde é preparada a torta é uma parte importante do livro que deu origem ao filme, "Labor Day" de Joyce Maynard. Inclusive a receita da torta preparada no filme é da família da Joyce Maynard. A Susan Spungen, que é quem coordena a cena de preparação da torta, apenas adaptou algumas quantidades que não estavam especificadas no livro.
                E o que mais chamou a minha atenção foi o uso da nossa tão conhecida tapioca flocada. Sei que muitos dos nossos produtos são exportados e tem uma grande aceitação lá fora, mas confesso que foi divertido ouvir a palavra "tapioca" com sotaque americano, em um filme ambientado no extremo norte dos EUA.
                E não há como substituir a tapioca sem alterar o resultado do recheio.


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19 de out de 2016

Pipocas salgadas



Pipocas salgadas 1

                Quando nós éramos crianças e meu pai comprava pipoca para nós, ele sempre pedia ao pipoqueiro para misturar as duas: Pipoca salgada por baixo e pipoca doce por cima.
                Era uma delícia!!!!!
                Então, para fechar com chave de ouro nosso festival de pipocas, receitinhas salgadas!!!!


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12 de out de 2016

Pipocas doces



Pipocas doces 1
                 Sou carioca e como tal gosto mais das pipocas carameladas só com açúcar, diferente dos pipoqueiros paulistas que gostam das pipocas coloridas com corante.
                 Na verdade, em muitos doces é preciso usar corantes, mas tenho uma certa resistência a eles e sempre que possível procuro usar os corantes naturais resultantes de algumas frutas e verduras.
                 Mas não há como negar que uma mesa bem colorida faz a alegria da criançada e dos adultos também.
                 Então vamos abrir uma exceção e preparar pipocas de várias cores e/ou sabores.
                 É só uma vez ao ano, né?
                 E como falar em pipocas doces sem lembrar das pipocas de chocolate?


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5 de out de 2016

Risoto de camarão do Auli Neto



Risoto de camarão do Auli Neto 1
                Em casa em que todos os adultos gostam de cozinhar e transformam o preparo das refeições em festa, principalmente quando as famílias se reúnem nas férias ou nos feriados, é natural que as novas gerações se aventurem na cozinha desde cedo.
                Meus filhos e dois de meus sobrinhos já são adultos e eventualmente assumem a cozinha.
                E quando o fazem, o fazem com maestria.
                Este é o caso deste risoto feito por meu sobrinho Auli. Uma delícia!
                Reproduzi a sua receita e espero que esteja a altura.
                Valeu, Auli. Te amo!


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28 de set de 2016

Bolinho de arroz



Bolinho de arroz 1
                Já publiquei algumas receitas de aproveitamento de arroz, como o rocambole de arroz e a torta de arroz e requeijão.
                Procuro sempre fazer a quantidade certa de arroz, já que eu (e parte da família) não gosto de arroz requentado como acompanhamento, mas nunca havia publicado a forma mais rápida de se aproveitar as sobras de arroz: o bolinho frito.
                Minha mãe veio me visitar e ela ama estes bolinhos. E como fui juntando as sobras de arroz na geladeira havia bastante para agradá-la.
                E eles valem por uma refeição.


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21 de set de 2016

Pão de batata




Pão de batata 1

                Este é um pãozinho de massa muito leve e saborosa. A batata ajuda e muito no crescimento do pão.
                A alguns anos virou febre quando uma rede de lojas o vendia sempre acompanhado de um belo cafezinho. Como resistir?????
                Recheado ou puro, este pãozinho agrada sempre.


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15 de set de 2016

Licor de pêssego



Licor de pêssego 1

                Não sou de beber, mas gosto de fazer licores em casa para preparar bolos, tortas, doces e até receitas salgadas. Massas de bolo ficam maravilhosas quando se acrescenta 50 ml de licor junto com o leite e frituras ficam bem sequinhas quando o licor é adicionado à massa.
                Em julho comprei pêssegos bem bonitos, os primeiros da estação, com a casca de um vinho intenso em sua maior parte e resolvi aproveitar para preparar licores.
                Escolhi uma vodka com baixo teor de álcool, suficiente apenas para preparar a essência de pêssegos e conservá-los indefinidamente.
                Mas nada impede que se faça os mesmos licores com uma vodka mais forte ou até com aguardente.
                Não sei se o álcool irá afetar as propriedades preventivas e curativas da fruta, mas com certeza te permitirá preparar maravilhosas receitas até mesmo fora de época dos pêssegos e degustar maravilhosos licores feitos por você.

Licor de pêssego 2

                 Nos mercados de cidades menores não há muitas opções de espécies e nem sempre conseguimos saber o nome da espécie.
                 Estes pêssegos tinham uma cor tão bonita que dei uma rápida pesquisada.  Estou em dúvida se é o Tropic Prince ou Tropic Beauty, ambas variedades patenteadas pela Texas A&M Universsity (fonte aqui).
                 A polpa é amarela, mas muitos chegaram com uma coloração avermelhada, principalmente próximo à casca. Muito saboroso.


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7 de set de 2016

Torta de pêssegos do seriado "Eu, a patroa e as crianças"



Torta de pêssegos do seriado 1

               Quem gosta de cozinhar acaba prestando muita atenção em programas de culinária de todo tipo e formato e também em receitas inseridas nas páginas de romances, gibis, desenhos animados e em filmes e seriados.
               Principalmente quando o filme ou romance ou desenho trazem receitas tradicionais de outras culturas, feitas e degustadas com prazer pelos comensais fica difícil permanecer impassível e não correr à procura de tal receita.
               Uma destas receitas é a torta de pêssego.
               De certa forma é até ridículo se amofinar (e eu não me amofinei, mas procurei incansavelmente) por causa de uma torta de frutas.
               Afinal, que mistério tem fazer uma massa podre, um creme de confeiteiro e cobrir com frutas em calda?
               Aí é que está o X da questão.
               Ficamos tão acomodados nas receitas que vemos e fazemos desde crianças que nem pensamos em arriscar uma receita nova. Eu gosto de tortas com creme, mas acabam todas com o mesmo sabor, mesmo trocando as frutas da cobertura.
               Até que uma situação engraçada e/ou romântica de uma série ou de um filme chama a nossa atenção e percebemos que "há muito mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia" (William Shakespeare).
               A primeira vez  que vi uma receita de torta de pêssegos foi na série "Eu, a patroa e as crianças", e a personagem Janet Kyle "amaciava" o coração de seu marido, Michael Kyle, quando queria dar à ele uma notícia que sabia que iria aborrecê-lo. Esperta, não?
               A segunda vez foi no filme "Reféns da paixão", quando o personagem Frank prepara uma torta de pêssegos e ensina os segredos para sua refém, Adele, e o filho dela Henry, que mais tarde abriria uma confeitaria cujo carro forte era a tal torta.
               Duas situações envolvendo amor e sedução.
               E o que mais me chamou a atenção para estas tortas é que o creme que se forma é o suco das próprias frutas, que foi reduzido no fogo e engrossado com pouca maisena, mantendo assim o sabor intenso da fruta.


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31 de ago de 2016

Extrato de tomates, catchup, polpa e tomates pelados



Extrato de tomates 1

                Há algumas semanas publiquei a receita de um molho de tomates básico, uma receita para se ter sempre na despensa e que pode e deve ser incrementada com outros ingredientes, dependendo do prato a ser preparado.
               Hoje resolvi fazer mais algumas preparações básicas com tomate: extrato, catchup, polpa e tomates pelados, que já publiquei uma vez, mas agora com muito mais imagens.
              Depois de ler que até empresas tradicionais estão vendendo produtos contaminados, com níveis de impurezas acima do aceitável (como assim acima do aceitável?????? Qualquer valor acima de zero impurezas é inaceitável!!!!!) nada melhor do que preparar nossos próprios produtos.
              Principalmente se pudermos fazer uma quantidade para 3 meses de consumo ou mais.


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24 de ago de 2016

Geleia de pêssegos



Receitas de todos nós

                Gosto muito de presentear com doces, biscoitos e geleias.
                Acredito que cozinhar é sobretudo um ato de amor e esse amor deve ficar evidente nos mínimos detalhes.
                Aproveitando a época de pêssegos importados e nacionais, preparei algumas geleias desta fruta tão delicada, perfumada, suculenta e deliciosa.
                Na verdade eu aproveitei a safra de julho do pêssego importado, mas a safra maior de pêssegos nacionais e importados começa em fins de setembro seguindo até janeiro.
                E preparar geleias com as frutas da estação proporciona um prazer em dobro, já que as frutas da estação são muito mais saborosas.
                Geleias e compotas preparadas e esterilizadas da forma correta duram até um ano.
                Capriche e encante neste natal, preparando-se com antecedência.
                Presenteie com geleias feitas você!
                É carinho em dobro!


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17 de ago de 2016

Joelho - tradicional pão com frios



Joelho 1

                Este é um dos meus lanches favoritos.
                Um simples misto, um pãozinho de massa leve e macia, recheado com queijo e presunto e mais nada.
                Há quem acrescente tomates picados e até pimentão, mas gosto mesmo da versão carioca: só queijo e presunto.
                Uma delícia.


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10 de ago de 2016

Molho de tomate básico



                Não há nada melhor do que ter sempre molhos, compotas e conservas caseiras de todos os tipos em nosso armário.
                Ainda mais quando até as marcas mais tradicionais no mercado estão sendo apreendidas por falta de higiene e condições de consumo.
                E vamos combinar: uma conserva bem feitinha, com ingredientes selecionados por você, na estação certa e acondicionados da maneira correta, além de saúde, trazem muito prazer.
                Este molho eu fiz para preparar uma conserva de sardinhas e aproveitei para fotografar todos os detalhes.
                Assim, você também pode ter seus próprios molhos e conservá-los por até 6 meses.
                Na verdade, compotas e geleias bem envasadas e esterilizadas duram até 1 ano e eu tenho lido pela internet que o molho de tomates também, mas tenho minhas reservas.
                Provavelmente porque não me dou muito bem com molhos de tomates. Uso diariamente (minha mãe ama!!!!!), mas procuro não colocar muito molho em meu prato.
                Fica a dica: conservas bem envasadas e esterilizadas duram, sim, até 1 ano. Molhos de tomate eu prefiro guardar no máximo por 6 meses.


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3 de ago de 2016

Nhoque de batata colorido



Receitas de todos nós

                A tempos eu fiz nhoques coloridos. A massa base era de aipim/mandioca/macaxeira e eu adicionei, depois da massa pronta e dividida em 3 partes, um purê de espinafre, um purê de cenouras e um purê de beterraba.
               Um pouco mais de trabalho do que o normal, já que além de fazer a massa, ainda preparei os purês e refiz (praticamente) a massa para adicionar os purês.
               Recentemente quis aproveitar as folhas e talos de brócolis que eu tinha congelado, e como não queria fazer bolinhos fritos, resolvi fazer nhoques cozinhando os brócolis junto com as batatas.
               E como gosto de cores, aproveitei para fazer de beterraba e de cenouras também.
               Cozinhar os legumes e folhas junto com as batatas poupou tempo e trabalho. 


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27 de jul de 2016

Pão de queijo de frigideira


Pão de queijo de frigideira 1

                Pão de queijo é um petisco delicioso.
                É um lanche leve, saboroso e o contraste entre a casquinha crocante e o miolo macio e puxa puxa é irresistível.
                Mas, vamos combinar... ligar o forno para fazer pequenas porções, se a família é pequena, é um desperdício de tempo.
                 E fazer a massa no grill é legal também, mas resulta em um pão achatadinho, dependendo do modelo do grill.
                 Então a solução é fazer em frigideira, porções individuais ou várias porções de uma vez, em uma frigideira grande, é claro.


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20 de jul de 2016

Rosas de maçãs



Rosas de maçãs 1

                Hoje é o aniversário da minha mãe, D Edna.
                E como eu gosto de presentear com doces, fiz estas rosas de maçã que achei na internet.
                Minha mãe ama massa folhada. Ela gosta mais quando faço massa folhada salgada, seja vol-au-vent, seja petit-four, mas este ano ganhará rosas.
                E o melhor é que, apesar da massa folhada, é possível fazer a geleia com adoçante.
                Feliz aniversário, mãe!
                Que Deus te abençoe, te guarde e te conceda muitos anos felizes e com saúde!


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19 de jul de 2016

Petit-four salgado com gergelim


Petit-four salgado com gergelim 1

                Esta receita surgiu em um daqueles dias antes das compras do mês, quando você olha na dispensa e tem um pouquinho disso, um pouquinho daquilo e você quer abrir espaço nos armários, aproveitando as sobras.
                E eis que surge um novo e delicioso aperitivo.


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13 de jul de 2016

Pão francês



Pão francês 1

               Muita gente me pergunta como fazer pão francês e alguns até comentam o fato de não ter nenhuma postagem falando sobre esta unanimidade nacional.
               A verdade é que a receita é muito simples, mas nem sempre o mais simples é mais fácil.
               Pães que levam muita água, nenhum ovo e pouquíssima gordura têm a tendência de esparramar na assadeira, formando um pão parecido com bolacha. Por isso a forma para pão francês é formada por canaletas furadinhas, para direcionar o crescimento do pão para cima e os furinhos garantem que todo o pão receba o vapor necessário para formar uma casquinha crocante.
              Além disso, meu forno é doméstico, meu fogão tem 6 bocas, o que torna o forno grande e portanto mais difícil de atingir a temperatura ideal para assar o pão francês e deixá-lo douradinho. E não é turbo, nem tem vaporizador. O pão francês precisa de uma temperatura muito mais alta do que o forno doméstico, principalmente nos fogões que usam botijão de gás, especialmente nos primeiros quinze minutos de forno. Senão o pão assa, mas fica muito branco ou você pode deixar no forno até a casca dourar, mas vai te um pão de casca muito dura e nada agradável.
             E já fiz o pão francês com o botijão cheio, com ele pela metade e com ele quase vazio e faz diferença, sim. Quanto mais vazio o botijão, menos chance de conseguir um pão com casca crocante, craquelada e dourada.
             Mas, tem quem consiga driblar todos estes inconvenientes.
             Então fui atrás de dicas para resolver estes problemas.
             Ainda não cheguei lá, mas meus pãezinhos já estão mais dourados e continuam gostosos.
             Só preciso melhorar a sua aparência.


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6 de jul de 2016

Bolo de ameixa e uvas passas


Bolo de ameixa e uvas passas 1


               De vez em quando alguém me fala sobre uma receita antiga, às vezes de família, às vezes algo que provou há tempos e que não encontra mais ou não encontra em qualquer região.
               É o que basta para aguçar a minha curiosidade.
               Hoje, a correria do dia a dia tem feito com que as receitas fiquem muito mais práticas, o que é muito bom, mas faz também com que fiquem muito iguais, muito padronizadas.
               Por isso quando a minha mãe me falou de um bolo de ameixa que ela provou apenas 2 vezes e ainda por cima, era bolo comprado em padaria simples, em Pernambuco, mas cujo sabor era tão especial que se tornou inesquecível para ela, logo comecei a pesquisar as receitas.

Bolo de ameixa e uvas passas 2

               Fiz 3 ou 4 receitas, ela até chegou a gostar de 1 delas, mas não era a TAL.
               E o maior problema: como procurar uma receita que eu mesma nunca tinha provado e nem sabia como era?????
               Bom, uma vez atingida pela curiosidade, desistir de procurar é impossível.
               E como quem persiste sempre alcança seu objetivo achei uma receita que me pareceu ser exatamente a que eu estava procurando.


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29 de jun de 2016

Restaurando assadeiras de alumínio



Restaurando assadeiras de alumínio 1

                Com o passar do tempo e com a correria do dia a dia infelizmente nossas assadeiras acabam ficando marcadas e manchadas.
                A gordura aquecida vaporiza e entranha nas frestas do forno/fogão e muitas vezes se acumula em assadeiras. E quando a assadeira esfria, fica marcada pela gordura nem sempre perceptível ao tato.
                E não se trata de falta de higiene.
                Na maioria das vezes é falta de tempo mesmo e visualização. A gordura forma uma camada muito fina, só perceptível quando usamos a forma novamente e o calor forma uma nova camada.
                Mas, vamos combinar, as assadeiras ficam horríveis.
                E se não usarmos de muito jogo de cintura quem ficará horrível depois da limpeza de nossos utensílios serão as nossas mãos.
                Resolvi esta questão de uma forma simples e acessível.
                Aproveitei para limpar a tampa que cobre o queimador do forno, a grelha e as trempes do fogão. Sem esforço e sem desgaste. Porque não há nada pior que senti cheiro de queimado no forno enquanto preparamos aquela receita maravilhosa.


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22 de jun de 2016

Suco e licor de tamarindo



Suco e licor de tamarindo 1

                Minha infância e adolescência foi recheada de doces que eu chamo de doces de cantina.
                Meu avô materno tinha um armazém de secos e molhados então tínhamos sempre muitos doces à disposição.
                Uma das minhas balas preferidas era a bala de tamarindo.
                Seu sabor bem azedo era bastante atraente.
                Só muito mais tarde passei a tomar o suco do tamarindo.
                O fruto tamarindo é uma vagem que pode ter entre 5 e 15 cm de comprimento, com uma casca lenhosa e muito quebradiça, contendo de 3 a 8 sementes, envolvidas por uma polpa bem ácida e escura.
                Para mim esta acidez torna este suco perfeito para cidades tão quentes quanto o meu Rio de Janeiro.
                É extremamente refrescante.
                A safra é em setembro, mas ganhei algumas vagens o que me permitiu fazer estas receitas.
                E já que este ano comecei a fazer licores, resolvi experimentar o licor de tamarindos.
                Um agradecimento todo especial ao meu lindo sobrinho Auli que veio passear aqui e me trouxe não só as balas de tamarindo, como também um pedacinho de minha infância. Impagável!!!!!!
                Obrigada, meu amor!


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15 de jun de 2016

Bolo de beterraba no pote


Bolo de beterraba no pote 1

                Os bolos em pote são muito práticos não só para as festas mais informais, como também para se levar como um lanche prático para todo lugar, mas também são ótimos porque o pote fechado conserva a umidade do bolo, mantendo-o saboroso por mais tempo.
                E se o recheio ficar um pouco mais cremoso do que deveria o próprio pote evita que ele escorra pelas laterais do bolo, fazendo com que a massa absorva todo o excesso de umidade, ganhando em sabor.
               Pode-se usar potes de vidro (os melhores) ou de acrílico ou de plástico descartável.
               Depois de fazer o bolo red velvet e descobrir que na época da grande depressão este bolo era feito com beterraba, resolvi fazer este bolo de pote com beterraba e coalhada seca no recheio.


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8 de jun de 2016

Bolo red velvet



Bolo red velvet 1

                Desde que vi este bolo pela primeira vez fiquei encantada pela cor.
                Gosto muito de vermelho e marrom e este tom vermelho telha do bolo é um dos meus preferidos.
                Esta é a primeira vez que faço o red velvet e a textura do bolo consolidou o encanto pela receita.
                O bolo é fofíssimo e o recheio é surpreendente.
                Só acho que escolhi mal a manteiga e o cream cheese do recheio, porque ele ficou mais cremoso do que eu gostaria. Prefiro um recheio mais firme, sem ter que recorrer à espessantes.
                O recheio fica mais firme depois de 24 h, mesmo assim, da próxima vez, irei procurar manteiga e cream cheese mais firmes.
                 Tirando os detalhes técnicos, que tal preparar este bolo para o Dia dos Namorados?????


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1 de jun de 2016

Amendoim cozido x amendoim torrado



Amendoim cozido x amendoim torrado 1

                Sou carioca e minha mãe é pernambucana e de vez em quando nos confrontamos com modos diferentes de preparar um petisco.
                Claro que é um confronta pacífico, mas às vezes tenho a impressão que minha mãe acha que certas receitas foram patenteadas e qualquer alteração no modo de fazer é um sacrilégio, rsrsrs.
                É o caso dos amendoins.
                Apesar de ter morado por anos no Rio de Janeiro, minha mãe jura que nunca comeu amendoim torrado na casca e que nem conhece tal petisco, coisa que qualquer pessoa que tenha frequentado praias no Rio de janeiro já provou e conhece muito bem.
                Tá, vamos dar um desconto: o amendoim cozido em sua própria casca fez parte da infância de minha mãe e de muitos nordestinos e petiscos de infância têm um apelo fortíssimo. Talvez seja natural deletar qualquer outro modo de fazer que não seja aquele que nos traz tantas lembranças.
                Enfim, como eu nunca tinha comido amendoim cozido e ela jura que nunca comeu o torrado na casca, fiz os dois.
                E devo concluir que as memórias gustativas realmente têm apelo fortíssimo.
                Assim, continuo preferindo o amendoim torradinho e ela o amendoim cozido.
                Prepare os dois e faça sua escolha.


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18 de mai de 2016

Coxinha com massa folhada



Coxinha com massa folhada 1

                Gosto muito de receitas com massa folhada, sejam doces, sejam salgadas.
                E gosto demais de salgadinhos, especialmente de coxinha de galinha.
                Já fiz muitas vezes coxas de frango desossadas, recheadas com coalhada seca e outros ingredientes e assadas.
                Desta vez resolvi embrulhá-las em massa folhada... feita em casa, é claro.
                Mas você pode comprar a massa folhada industrializada.


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12 de mai de 2016

Carne assada no licor de amoras



Carne assada no licor de amoras 1

                Depois de preparar meu primeiro licor de amoras tornei a colocar as amoras para macerar.
                Fazia tempo que eu estava querendo preparar carne assada com vinho e ai me lembrei do meu licor de amoras.
                Por que não usá-lo?
                Gosto muito de assados levemente adocicados ou com adição de frutas, como é o caso dos assados de fim de ano e gosto muito de comer fatias de abacaxi cru junto com a carne assada de panela. Acho muito refrescante o contraste da fruta com o assado.
                Só fiquei meio em dúvida porque no dia a dia minha família prefere o temperinho básico.
                Resumindo: em vez de usar o licor, que contém calda de açúcar, usei a essência que já estava macerando há 2 meses.
                Ficou perfeito!


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4 de mai de 2016

Licor de amoras



Licor de amoras 1

                Mais um licor delicioso e simples de fazer.
                A receita é para cerca de 500 ml de licor, mas nada impede que se faça uma produção maior.
                Prepare algumas garrafas, envase em garrafas bem decorativas e presenteie quem é tão especial, quanto este licor.


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27 de abr de 2016

Doce de banana com licor



Doce de banana com licor 1

                Na Páscoa recebemos meu sobrinho e um grupo de amigos em casa e fiz um pudim de leite condensado.
                Sempre faço a calda em separado e acabou sobrando um copo de calda de caramelo.
                Por causa do calor, as frutas que sempre temos em casa estavam amadurecendo muito rápido e a banana nanica não é a nossa preferida para comer in natura, mas fica perfeita com uma calda de licor.
                Então nada mais natural do que aproveitar a calda do pudim, as bananas muito maduras, o suco das laranjas que colhi no quintal e mais o licor que fiz também a tempos para preparar um belo doce.
                Rápido, fácil, delicioso e, o melhor, aproveitando o que provavelmente iria ser jogado fora: a calda de caramelo excedente.
         
                E aqui a foto da rapaziada junto com minha mãe:


                Sentados: minha mãe d Edinha e  o Jhonattan. Em pé atrás da minha mãe, meu sobrinho Auli, que tem algumas receitas publicadas aqui e certamente fará outras receitas, no meio o Bruno e, por fim, mas não menos importante, o Edilson.


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20 de abr de 2016

Bife rolê



Bife rolê 1

                Bife rolê é uma preparação bem simples.
                Mas vamos combinar que nem todo mundo aprendeu a cozinhar em criança ou já nasceu sabendo.
                E muitos podem conhecer o dito cujo com outro nome.
                Mais uma vantagem deste prato é poder aproveitar as pontas de carne cortadas em bife. Geralmente quando compramos peças inteiras e cortamos bifes em casa, sempre sobram pontas que podem virar belos rolezinhos.
                Enfim, uma receitinha simples para aqueles dias em que tudo o que queremos é um carinho de vó.



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13 de abr de 2016

Pão licoroso de laranja



Pão licoroso de laranja 1

                 Quem gosta de fazer pães acaba gostando também de variar os modelos dos pães.
                 E como já contei em outros posts, quando eu era criança, meu pai gostava muito de comprar pães, doces e até pastéis em formatos diferentes para nós.
                 Além disso, depois de fazer vários licores eu estava curiosa para saber como ficaria uma massa de pão com licor.
                Para quem não sabe, aguardente ou álcool de cereais em massas que são fritas deixa a massa mais leve e sequinha, não deixando que o petisco absorva a gordura da fritura. Então eu quis saber o efeito nas massas assadas.
                Ameeeeeeeeeeeeei o resultado!!!!!!!!!
                O licor deixou a massa bem macia, cresceu muito bem e o sabor delicioso.
                Difícil abrir mão do licor nas massas agora.


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6 de abr de 2016

Strogonoff de frango

Receitas de todos nós

                Já publiquei aqui as receitas de strogonoff de carne, de berinjela, de proteína de soja e de queijo.
                Agora é a vez do strogonoff de frango.
                Difícil dizer qual deles é o meu preferido!
                Mas com certeza cada um deles tem a sua vez em nossa cozinha.


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30 de mar de 2016

Licor de cacau



Licor de cacau 1

                A cerca de 3 anos meu primo Elder veio passear em minha cidade com a família e na casa onde se hospedou tinha alguns pés de cacau no quintal.
                Ele colheu muitos cacaus (parece que por aqui ninguém dá muita importância para o cacau, que acaba estragando aos pés dos cacaueiros) e me deu uma boa quantidade.
                Minha intenção era fazer uma barra de chocolate orgânico, mas confesso que o processo me desanimou um pouco.
                Além disso, como já disse, o cacau por aqui é meio esquecido e muitas das amêndoas já tinham germinado. Acabei conseguindo 500 g de sementes de cacau torradas.
                E guardei as amêndoas torradas este tempo todo até porque eu estava meio insegura se tinha processado corretamente as amêndoas.
                Nesse meio tempo conheci uma baiana, Valdirene, que cresceu em meio às lavouras de cacau da família. E ela me tranquilizou dizendo que as sementes estavam no ponto certo. Quando vi como ela comia com prazer aquelas sementes/amêndoas tão amargas fiquei mais tranquila ainda. Nada nos dá mais prazer do que aquilo que nos lembra uma infância feliz.
               Como este ano foi o ano de preparar licores, resolvi aproveitar minhas amêndoas de cacau para fazer licor.
               Se você tem acesso ao cacau in natura e quer fazer todo o processo de secagem, torrefação e moagem, veja a explicação no final da postagem.
               Se você não quer ter todo este trabalho há muitas empresas que vendem as amêndoas torradas com pele e sem pele e o chamado nibs de cacau, que é a semente torrada, pelada e triturada grosseiramente.
                E se você não quiser ter nenhum trabalho ou não tiver tempo disponível, compre o cacau em pó, nas mesmas empresas ou em empórios cerealistas e prepare a segunda receita.


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23 de mar de 2016

Bombom com marshmallow de maracujá



Bombom com marshmallow de maracujá 1

                Este é o bombom genérico daquelas marcas famosas: Nhá Benta, Dan top ou Montebello, bombons recheados com marshmallow simples ou saborizado.
                Alguns comparam estes bombons com um docinho muito popular conhecido como teta de nega, mas o teta de nega é recheado apenas com maria-mole.
               Já os seus "primos" mais nobres, são recheados com marshmallow estabilizado com gelatina incolor, o que dá uma textura que lembra a maria-mole, mas que é mais cremosa e saborosa.
              E este aqui de marshmallow de maracujá e gengibre ficou espetacular.


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16 de mar de 2016

Trufa de flocos



Trufa de flocos 1

                Mais uma deliciosa receita de trufa.
                Como todas as outras, esta também pode ser banhada em chocolate, rechear casquinhas feitas em formas próprias ou simplesmente envolvidas em chocolate em pó.
                Use também para rechear tortas ou bolos.



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9 de mar de 2016

Esfiha da Leticia



Esfiha da Leticia 1

                  Quando minha irmã Leticia tinha tempo para cozinhar, ela cozinhava muito, tanto em qualidade, quanto em variedade.
                  Fazia inclusive queijo em casa, com a vantagem de morar em uma cidade onde tinha acesso a leite de excelente qualidade.
                  Esta receita de esfiha é a melhor que já provei e, hoje, aniversário dela, compartilho com vocês.
                  E aqui passo a receita com fermento fresco e com fermento seco (no final do post).
                  Uma dica da minha maninha: guarde as esfihas já frias em potes bem fechados. Assim elas conservarão a umidade e o sabor por mais tempo.
                  Feliz aniversário, maninha!
                  Que neste novo ano que você inicia hoje você tenha 365 dias de muita paz, muito amor, muita alegria e que todos os teus sonhos se realizem.
                  Deus te abençoe ricamente.


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2 de mar de 2016

Trufa de café e licor de café



Trufa de café 1

                As trufas de chocolate tradicionais têm o seu formato irregular inspirado nas trufas naturais que são fungos subterrâneos muito apreciados na alta gastronomia.
                Seu formato é irregular, desenvolvem-se a uma profundidade de 20 a 40 cm  e são encontradas com o auxílio de cães especialmente treinados.
                Naturalmente antes de serem processadas as trufas naturais estão cobertas de terra e por isso as trufas de chocolate originais são disformes e cobertas com cacau em pó.
                Mas as trufas formadas por casquinhas de chocolate e recheio macio, cremoso e licoroso também ganharam o coração dos apaixonados por chocolate.
                Além de belas e deliciosas, são também muito práticas, sendo mais fáceis de embalar.
                E como nem todo mundo tem o hábito de comprar bebidas alcoólicas, no final da postagem coloco a receita de licor de café.


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24 de fev de 2016

Ovo de páscoa recheado com sorvete




Ovo de páscoa recheado com sorvete 1


                Quando eu era criança, sempre que o sorveteiro passava na porta de casa, e comprávamos nossos sorvetes preferidos minha mãe sempre escolhia um que tinha uma casquinha de chocolate e vinha embalado em uma caixinha. Ele parecia até um bolo bombom.
                E quando a Luzinete Veiga ensinou a anos este ovo de páscoa, logo me lembrei deste sorvete e resolvi guardar a receita.
                Além das lembranças de infância, é uma forma divertida de servir a sobremesa no domingo de páscoa.


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17 de fev de 2016

Taça de ovo de páscoa



Taças ovo de páscoa

                 Uma forma diferente de servir ovos de páscoa na sobremesa do domingo de páscoa é preparando taças no formato de ovos de páscoa.
                 Como recheio, coloque mousse de frutas e uma bela pedida é a mousse de maracujá.
                 Mousse de maracujá é uma sobremesa zás trás, bem vapt-vupt mesmo.
                 São poucos ingredientes, fica pronta quase que de imediato e sempre agrada por ser apenas um creminho e finalizar muito bem uma refeição.
                 Também é possível faze-la com amoras, jaca, cupuaçu e me lembro de já tê-la feito com morangos, numa época em que eles eram menores e menos aguados do que hoje.
                 Hoje a mousse de morangos precisa do reforço da gelatina incolor, o que não me agrada nem um pouquinho.
                 Ou sirva uma taça grande com trufas e pequenos bombons para que todos possam compartilhar.



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